Sunday, June 5, 2016

Somativa 9: A literatura e a percepção sobre o Brasil

Como uma imigrante, minha percepção do Brasil mudou muito depois de ter me aventurado na literatura do país. Durante o ano limos vários livros de diferentes épocas que me ensinaram muito sobre a historia e a cultura do país.

O primeiro livro é baseado na década de 30 na cidade de São Paulo. "Brás, Bexiga e Barafunda" é um livro que fala sobre a grande imigração de italianos, que tiveram um grande impacto na cultura, na comida, nas gírias e nos relacionamentos das pessoas do Brasil.

"O Ateneu" é um livro escrito no século 19, durante o segundo reinado, que retrata como era a educação privada da época na cidade de Rio de Janeiro. O livro mostra como a punição física e verbal era considerado comuns e normal na época, e nos faz pensar em todos os aspectos das escolas que tem mudado desde essa época.  

"Não verás pais nenhum" conta uma história baseada numa distopia de uma época futura qual quera. O livro, muito detalhadamente descreve como a falta de água causa morte, infelicidade e a inviabilidade da vida.  

Todos estes livros, a pesar de ser tão diferentes me ensinaram que o Brasil é um pais composto por diversas comunidades de vários lugares do mundo, que em torno formam uma cultura única e unida. Moro em um país que está em constante desenvolvimento não somente industrial e populacional, mas principalmente educacional. Finalmente, aprendi que os brasileiros são conscientes do afortunados que eles são de ter diferentes recursos naturais em abundancia. Eles sabem que se não são responsáveis ao usar estos recursos, as consequências econômicas e de saudê são incrivelmente negativas. A literatura que conheci em aula me ajudou a entender o tanto que o Brasil é um país empreendedor, forte e amigável, e tem sido desde muito tempo atrás.

Monday, March 28, 2016

A Escola Temos VS. A Escola Que Queremos


Hoje em dia, é essencial que as pessoas vão para a escola para poder ter um futuro próspero. A fim de obter um trabalho bom o suficiente para viver confortavelmente, também se exige que as pessoas vão para a faculdade. No entanto, esses direitos e necessidades básicas não estão disponíveis para todo o mundo. As escolas boas são as privadas, caras e seletivas demais. Muitas escolas não oferecem programas de ajuda financeira para estudantes que precisam e que merecem. Os currículos são muito fechados, pois os estudantes não têm muita liberdade de escolher no que querem se especializar. As escolas se preocupam muito em ensinar matérias como matemáticas e ciências, mas não etiqueta ou conduta. A comida da maioria das escolas não é de boa qualidade e não toma em consideração as restrições dos estudantes. Dessa forma, a escola ideal é aquela que entende o aluno como protagonista.
Numa escola ideal, os estudantes poderiam escolher os horários das aulas, já que muitos pessoas moram longe da escola e enfrentam trânsito pesado. É importante considerar também que há alunos que aprendem melhor de manhã e outros,; à tarde. Finalmente, devemos pensar nos estudantes que com menos recursos e que precisam contribuir economicamente ou ainda  cuidar dos outros membros da família.
Os alunos devem tornar-se protagonistas no seu processo de aprendizagem e, portanto, devem ter o direito de escolher as matérias  que cursarão, desde que sejam feitas as aulas básicas de matemática, ciências, história e a língua materna. Assim, por exemplo, aula de educação física não deveria ser obrigatória. Por sua vez, aulas como saúde, etiqueta e conduta, relações sócias e internacionais, meditação e reflexão, entre outras, deveriam ser ensinadas porque são indispensáveis para que o aluno entenda como o mundo funciona e como é necessário agir para ter uma vida agradável e consciente.
A escola não deveria ser um prédio só, mais deveria ter um espaço verde e grande, onde os estudantes e professores possam caminhar, fazer parte de varias atividades físicas, e onde possam sentar a se relaxar. A cafeteria deveria ser grande, com espaço suficiente para que todos possam se movimentar comodamente. As salas deveriam ter ar acondicionado, janelas grandes e calefação. As mesas deveriam ser grandes e os assentos cômodos.
A relação entre a escola e o estudante deveria ser sincera. Os alunos não devem sentir que os professores estão para oprimir, mas para oferecer apoio e ajuda. Em vez de punir, , os professores devem enfatizar os pontos fortes ajudá-los a destacá-los. Se algum problema surgir, é importante que a escola sempre fale primeiro com os alunos e deixá -los a encontrar uma solução. Se isso não funcionar, depois deveriam entrar em contato com os pais. 
Além disso, o governo deve garantir que todos as famílias possam enviar seus filhos para uma escola segura e de qualidade. A instituição deve fazer todo o possível para obter o sucesso e o conforto dos estudantes, e desse modo alcançar a tranquilidade e o orgulho dos pais.

Friday, February 19, 2016

P.E. Video Analysis


Olivia's hands are spread on the hockey stick, and she takes a strong step before she passes the ball. She needs to focus less and the ball and pay more attention to who she can pass it to.



Knowing that there's nobody from his team on her side of the court, Olivia lets Hannud hit the ball, because her teammates are right behind her ready to take control of it.




Here Olivia makes a great shoot. She centers the ball and then takes a step before hitting it. It is a steady shot due to the spread out arm position, and is very powerful as well.

Tuesday, January 26, 2016

Analisando o própio texto

Tendo em conta as correções do Breno, é evidente que os erros que eu mais comentí na minha redação foram a repetição de palavras e a falta de análises. Preciso explicar como a informação é relacionada com a tese.

Antes:
Um dos maiores impactos da imigração no Brasil é na economia. Bolívia, sendo dos países mais pobres da Latino América, tem uma população na que 70% das pessoas são consideradas miseraveis.  Os imigrantes bolivianos, que hoje são mais de trés milhões, vem ao Brasil para conseguir trabalhos que proporcionam uma maior sustentação. Muitos trabalham na industria artesanal, no campo e na industria têxtil. Por outro lado, a grande quantidade de haitianos que vem ao Brasil desde 2011, em busca de casa e de trabalho, formam a classe média do Brasil. Muitos são profissionais qualificados e um 30,3% haitianos trabalham em construção, 7,2% trabalham no comercio e muitos outros são advogados o professores.

Depois:
Um dos maiores impactos da imigração no Brasil é na economia. Bolívia é um dos países mais pobres da Latino América e portanto o 70% das pessoas são consideradas miseraveis. Os imigrantes bolivianos, que hoje são mais de trés milhões, saem em busca de trabalhos que oferecem um pagamento maior e porem uma maior sustentação. Muitos trabalham na industria artesanal, no campo e na industria têxtil. Por outro lado, a grande quantidade de haitianos que vem ao Brasil desde 2011, em busca de casa e de trabalho, formam a classe média. Muitos são profissionais qualificados e um 30,3% haitianos trabalham em construção, 7,2% trabalham no comercio e muitos outros são advogados o professores. Sem a contribuição dos imigrantes a economía do pais sería substancialmente mais fraca, pois não haveria não número suficiente de pessoas para ocupar postos de trabalho que fornecem os produtos e servicios necessários para a nação.

Friday, October 2, 2015

My Learning: First Quarter Reflection

I think that in this first quarter I demonstrated growth in class. I believe one of my areas of strength is responsibility, which is the main factors that allowed me to improve as an artist. I always showed up to class and worked as much as I could. I completed all of the assignments we had to do in the textbook and gave my biggest effort whilst creating the actual artwork. I was motivated to do my best, even if I struggled a little bit, which shows determination as well. 

However, in order to grow even more as an artist, I feel I need to be more curios. In order to stand out more I need to do more research, expand my artistic style and be open to doing things more differently. This goes along with being a risk-taker. I want to really work on stepping out of my comfort zone and exploring new styles and ideas. 

Wednesday, September 30, 2015

Abstract Letter Design

1. What colour scheme(s) did you use in your design? Did you change your plan along the way? Why or why not?

I wanted my artwork to be very colorful, which is why I used most colors in the color wheel. I chose to do some of the background monochromatic because it would show depth. In order to create emphasis I used complimentary colors in certain areas that I wanted to stand out, and used an analogous scheme to tie all the colors in. I did change where I wanted certain color schemes to go in order for the composition to look put together, but I stuck with my original idea of using a lot of colours.

2. Where is the emphasis in your design? What is creating it and was this your intention? Explain.

The emphasis in my design in found mainly in the two diagonal lines and in the circle. I created this emphasis by using complimentary colors that would make each other stand out. I wanted to whole artwork to be really colorful, so in order to get certain areas to stand out I had to be careful when choosing what colour scheme to do.

3. What kind of movement do you see in your design? What is creating it and was this your intention? Explain.

The movement is mainly seen in the lines that go across the canvas. I created this by using complimentary colours in contrast to a more monochromatic and analogous background. I wanted there to be a lot of space in one side of the canvas and then little space on the other to show movement as well, and I achieved this by using more letter and by using more colors where I wanted it to be crowded.

4. If you could repeat this project, what would you do differently? Explain.

I would use other paints, specially the blue one, because it was very difficult to work with, since it took a lot of time to get the colors to look even. I would also incorporate more curved lines in the composition, because I feel it could provide more movement and depth. Finally, I would have used different letters and fonts, because personally I think that the L and C weren't as fun to work with since they are pretty plane. Maybe using them in a cursive font would've allowed me to explore more with the design.

5. What are three (3) things that you learned from doing this project that you think may be helpful to you in future art projects? Be specific.

Firstly I learned that no matter how hard it is to work with certain paints because they look uneven or patchy, it is important to be patient and paint things by layers so they look neater. I also learned that color plays a huge role when it comes to your artwork, because it can either make things stand out or push them into the background. Finally, I learned that it is always important to have a plan of what you want to do because this way the chances of you messing up are slimmer.


Wednesday, September 23, 2015

Core Value Semestre 1

Eu escolhi o Core Value de Ousadia (Risk-Taker) porque eu acho que é uma área onde eu posso melhorar. Eu costumo fazer coisas que já estou acostumada porque eu sinto que eu obtenho melhores resultados desta forma. Eu quero focar na ousadia e fazer as coisas de um jeito diferente, para que eu possa aprender coisas novas de maneiras diferente, sendo mais criativa ao aplicar o conteúdo aprendido em projetos ou no dia a dia.
Uma pessoa ousada é alguém que tem a coragem para pensar e usar novas estrategias em situação diferente e possivelmente desconfortável. Então, esse Core Value é muito importante para que a pessoas tenham coragem nas situações difíceis,  superando os desafios do mundo.
Ser ousado é fundamental porque para o processo educacional é importante saber encarar coisas novas. Desde estar aberto a aprender coisas novas até a aceitar os riscos ajudando a outros que tem problemas em aprender. Isso é muito importante, especialmente em uma escola americana como Graded com muitas culturas diferentes. É indispensável ter uma mente aberta e tomar riscos em casa, em aula e na escola em geral, temos que sair da zona de conforto e ser mais perceptivos.

Para poder desenvolver o Core Value de Ousadia, eu tenho que fazer coisas que eu não tenho feito antes, ou fazer coisas que requerem mais esforço. Eu sairei da minha zona de conforto, e farei coisas novas. Também encontrarei novos desafios e falarei com os professores. Ser “Risk Taker” não é fácil porque você tem que enfrentar problemas e ser diferente que a maioria dos alunos. Em conclusão, vou tentar o meu melhor para melhorar este Core Value.